opinião

Recapitulando

Algumas das milhões de mortes que nosso povo está acostumado a ver e infelizmente não reagimos.

Um ano do massacre de Paraisópolis

Dois dias após as eleições municipais em São Paulo, uma triste efeméride bate à porta: um ano da morte dos nove jovens negros e periféricos assassinados por policiais militares no Baile da DZ7, em Paraisópolis.

Para Ver a Luz do Sol. 40 anos de reexistência cosmopolítica no Bixiga

31 de outubro de 1980. Há 40 anos, numa Mesa de Trabalho no Teatro Oficina, Lina Bardi desenhava seu Projeto do Teat(r)o Oficina virado Terreiro Eletrônico. Otavinho Frias, que estava lá na ocasião pra uma Entrevista da Folha, sai por um momento para atender a Porta. Era um Oficial de Justiça que nos entregou um Documento da Proposta de Compra do Teatro, feita por Silvio Santos aos Proprietários do Terreno, dando a nós, à época, locatários, a Preferência de um Mês para Compra, com a Entrada de Cr$2 milhões de Cruzeiros.

São Paulo merece Erundina

A vida da Erundina e sua participação nas eleições evidencia o potencial da vida humana, da vida velha e da mulher. Evidencia a importância da coletividade, da aliança entre gerações.

Do #EleNão ao Boulos e Erundina sim!

Era o dia 29 de setembro de 2018. Mulheres de todo o país lideraram o que foi uma das maiores manifestações políticas dos últimos anos. Era véspera do primeiro turno das eleições que, posteriormente, confirmaram a eleição de Jair Bolsonaro à presidência da República.

Derrotar Crivella para destronar o falso messias

Crivella é sobrinho do dono da Universal e do Sistema Record de Comunicação, o bispo Macedo. Mesmo que por momentos negue, sua figura política está diretamente relacionada ao título “bispo” da Universal.

Sou uma lésbica negra e sou sua irmã

Audre Lorde já falava que não existe uma hierarquia de opressões, no movimento negro ela era lésbica e no movimento LGBTQIAP+ ela era negra. Pessoas negras LGBTQIAP+ são constantemente atravessadas por múltiplas opressões articuladas. O racismo mata e nos adoece diariamente de diversas formas.

Mês da Consciência Transnegra

Como entramos no mês da consciência negra e da memória transgênera (TDoR), ambas as datas marcadas pelo dia 20 de novembro, e como ocupo esses dois lugares de fala, acho pertinente falar um pouco sobre como eu me sinto.

São Paulo poderia ser uma Stalingrado eleitoral

Assim como foi a batalha de Stalingrado decisiva para definir o percurso da Segunda Guerra Mundial e foi a primeira grande vitória sobre o nazifascismo, em São Paulo, uma vitória de Guilherme Boulos no segundo turno significaria um enorme avanço para o progressismo, dando à esquerda um protagonismo transcendental na cidade com o maior PIB do país.

Bolsonaro em viés de baixa

Bolsonaro se autoderrotou. Não viabilizou o seu partido e escolheu apoiar candidatos por supostas afinidades ideológicas e sem qualquer articulação consistente, tendo, em vários casos, transferido mais rejeição do que votos para os seus indicados.

Casa Afrolatinas: utopias negras serão verdade

Na última semana o Instituto Afrolatinas colocou no ar uma campanha de financiamento coletivo para a criação da Casa Afrolatinas – mais um sonho gestado a partir do maior festival de mulheres negras da América Latina, o Festival Latinidades.

Nossos presente e futuro em jogo neste dia 15!

As eleições municipais estão aí. Faltam praticamente algumas horas. As pesquisas e o pulso das ruas, onde fizemos campanha, mostram que é possível derrotar o bolsonarismo nas principais cidades do país.

Trump derrotado nos Estados Unidos, agora é derrotar o bolsonarismo na eleição de domingo no Brasil

Encerrada a eleição para presidente dos EUA, e tendo o povo estadunidense decidido “demitir” Donald Trump do poder, agora viremos o nosso foco para a eleição municipal aqui no Brasil, que nos dá a possibilidade de impingirmos uma derrota aos aliados do ocupante da cadeira de presidente da República que tem o recém-derrotado do Norte como ídolo.

Maconha ganha eleições nos EUA; por aqui, esquerda ainda bate cabeça

Na semana passada, as eleições presidenciais nos Estados Unidos terminaram com a vitória do democrata Joe Biden e a derrota do patético republicano Donald Trump (já vai tarde!). O resultado acirrado mostrou um país politicamente rachado, polarizado entre conservadores e “progressistas”, entre direita e “esquerda” – tal e qual o Brasil.

Trump derrotado. E agora?

A vitória de Joe Biden ainda pode enfrentar reveses. Trump declarou, mesmo antes do pleito, que reivindicaria na justiça o resultado das urnas, porém, confirmada a vitória do democrata, isso traz mudanças no xadrez global e em especial para a política interna brasileira?

Carta a Mari Ferrer

Mari, nós assistimos às cenas da audiência da 3ª Vara Criminal de Florianópolis e fomos parte da indignação que tomou o país quando elas se tornaram públicas. Doeu muito, deu muita raiva em todas nós.