André Barros

A prisão em segunda instância

O Ministério Público e o Poder Judiciário são fortes com os fracos e fracos com os fortes. Milhares de pessoas negras e pobres estão presas no Brasil sem terem sido sequer condenadas, outras foram condenadas em primeira ou segunda instância e aguardam resultados de recurso no STJ e STF presas.

Varejo das drogas

A Constituição Federal, no seu artigo 5º, coloca o tráfico de drogas como o fato mais grave do país. É um crime inafiançável, insuscetível de graça ou anistia, e o único caso em que um brasileiro naturalizado pode ser extraditado.

Coffeeshop no Brasil

O Rio de Janeiro é o único lugar do Brasil que tem coffeeshops. Mas aqui jamais alguém se atreveu nem admitiu a venda de maconha no local. Na última sexta-feira, dia 4 de outubro, a polícia foi à Zion Coffeeshop e 10 pessoas que estavam fumando foram levadas junto com o administrador do estabelecimento para a 10ª Delegacia Policial no bairro de Botafogo.

Lula Livre

A história da democracia no Brasil é triste. Getúlio se matou, Jânio renunciou, Jango teve que deixar o país e Lula é o único presidente condenado e preso. Pablo Neruda referiu-se à América Latina como uma “desordem de nações não construídas”.

A ilegítima defesa de Moro, Witzel e Bolsonaro

Witzel confessou em entrevista que não existe combate ao tráfico de drogas, mas a polícia do Rio de Janeiro é treinada para entrar na favela como se estivesse numa guerra e os inimigos são os moradores.

Fascista ou maconheiro

Um fascista pode até fumar maconha, mas jamais será um maconheiro, pois este tem orgulho de ser chamado assim, já que a luta pela legalização da maconha faz parte da luta contra o racismo no Brasil.

A verdade é dura

Em 2013, um dos lemas mais fortes da multidão que tomou o Brasil foi: “A verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura”. O grito ecoou tão forte que, depois de décadas, o grupo Globo foi obrigado a fazer uma autocrítica para não seguir desmoralizado em praça pública.

Bolsonaro libera matar, corromper e queimar florestas!

Sempre que perguntam se lutamos pela “liberação”, respondo que não, pois liberado já está, por isso, defendemos a legalização e a regulamentação da maconha! Da mesma forma, está mais liberado matar, pois o Brasil já é o país onde mais se morre por arma de fogo e ainda tem a polícia que mais mata no mundo.

Não se combate o tráfico na favela

A única medida inteligente e eficaz para reduzir imediatamente toda essa matança racista é a legalização da venda da maconha nas favelas e a regulamentação de todo o mercado da maconha.

É o coco do Figueiredo ou o cocô do Bolsonaro?!

Em 1979, o General João Baptista Figueiredo, o último presidente da ditadura militar respondeu a uma criança que perguntara o que faria se o seu seu pai recebesse um salário mínimo: “daria um tiro no coco”.