Por William Pessoa – Cobertura Colaborativa Ninja Esporte Clube

Além de ser a Copa do Mundo com mais países, a atual edição também terá outra estatística que supera os Mundial anteriores: o torneio terá mais de 250 jogadores que defendem países diferentes de onde nasceram.

Esse fenômeno pode ocorrer por diversos fatores. Seja por herança familiar, colonização histórica, fluxos migratórios ou processos de naturalização, várias seleções entrarão em campo para o torneio com atletas que trocaram seu país de nascimento pelo país que escolheram defender.

Equipe destaque

Uma seleção que se destaca é a de Curaçao, menor nação em população e extensão dos países presentes na Copa do Mundo de 2026. Dos 26 jogadores que cada seleção pode inscrever, 25 convocados nasceram na Holanda. Apenas Tahith Chong nasceu em Curaçao, refletindo a relação histórica dos dois países.

Foto: Maddie Meyer – FIFA/FIFA via Getty Images

Do mesmo modo, outros países são filhos da diáspora. Entre eles, a República do Congo conta com 20 atletas nascidos fora do país, o Marrocos soma 19, Bósnia e Herzegovina são 17 e, na Argélia, são 16 jogadores.

Na contramão

Do outro lado, alguns  países vão para a América do Norte com sua delegação totalmente defendida por atletas que nasceram no país que defenderão. É o caso de Brasil, África do Sul, Tchéquia, Colômbia, Suécia, Arábia Saudita, Áustria e Panamá.