De Endrick a Ancelotti : os estreantes do Brasil em Copa
Seleção Brasileira aposta em 9 novatos na Copa 2026, mesclando juventude e experiência para buscar o hexa
Por Luan Chechi – Cobertura Colaborativa Ninja Esporte Clube
A Seleção Brasileira convocada por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026 reúne nove estreantes. Entre eles estão promessas como Endrick e Rayan, que chegam ao Mundial com menos de 20 anos, enquanto o próprio Ancelotti, aos 67, estreia como técnico em Copas, simbolizando o encontro entre juventude e maturidade no comando da equipe.
Os estreantes
DEFESA
Léo Pereira (30)

- Zagueiro do Flamengo, campeão da Libertadores e do Brasileirão
- Revelado pelo Athletico Paranaense
Ibañez (27)

- Revelado pelo Fluminense, hoje joga pelo Al-Ahli, da Arábia Saudita
- Potencial titular na lateral direita
Douglas Santos (32)

- Revelado pelo Náutico e ídolo no Zenit
- Briga pela vaga de titular na lateral esquerda
MEIO CAMPO
Ederson (26)

- Destaque no Atalanta e vendido para o Manchester United
- Representa a nova geração de meio-campistas brasileiros que unem intensidade e técnica
Danilo Santos (25)

- Volante/Meia do Botafogo
- Estreante com potencial de protagonismo no meio-campo
ATAQUE
Luiz Henrique (25)

- Atacante do Zenit
- Rei da América em 2024 e peça ofensiva importante da Seleção
Igor Thiago (24)

- Centroavante do Brentford
- Vice-artilheiro da Premier League com 22 gols ( brasileiro com mais gols em uma única edição do torneio)
Rayan (19)

- Revelado pelo Vasco, hoje no Bournemouth
- Em sua primeira temporada na Premier League, ainda não sabe o que é perder ( 6 vitórias e 9 empates)
Endrick (19)

- Revelado pelo Palmeiras, atua no Real Madrid
- Tem 17 jogos e 4 gols pela Seleção Brasileira
TÉCNICO
Carlo Ancelotti (67)

- Técnico multicampeão na Europa, estreia em Copas como técnico, aos 67 anos
- Atuou como jogador na Copa do Mundo do México em 1986
Entre os estreantes de 2026, há um detalhe curioso: é a primeira vez, desde 1994, que o Brasil leva ao Mundial jogadores que não eram nascidos no último título conquistado. Naquele ano, Ronaldo era o único do elenco que não havia visto o TRI. Agora, Endrick e Rayan repetem esse papel como representantes de uma nova geração, já que não presenciaram o PENTA de 2002, conquistado com dois gols de Ronaldo. O ciclo se fecha com simbolismo: jovens que não viveram a glória passada têm a chance de escrever a próxima.



