Ou quando a indigência da política diz da morte da cultura.

 

Nem aplausos, nem vaias:
um silêncio de morte […]
no drama sufocado em cada rosto
a lama de não ser o que se quis
a chama quase morta
de um sol posto
dama de um passado mais feliz*.

  

Decálogo extraído da obra de Aldir Blanc:

O samba é tudo que eu sei e momo é o único rei que amei;

Meu companheiro tá armado até os dentes: já não há mais moinhos como os de antigamente;

As frases e as manhãs são espontâneas levantam do escuro e ninguém pode evitar;

O meu pastor não sabe que eu sei da arma oculta na sua mão;

Perito em paixão constatou: falha humana;

E noto que o amor é pior que escala em terremoto;

Em cada tristeza erguer nosso corpo ao humor;

Ai, só dói quando eu rio;

E não chia que o bom jogador joga o jogo;

A esperança equilibrista sabe que o show de todo artista

tem que continuar.

 

Morais Moreira, Presente!
Flávio Migliaccio, Presente!
Ciro Pessoa, Presente!
Daniel Azulay, Presente!
Naomi Munakata, Presente!
MC Dumel, Presente!
Nego Ni, Presente!
Daisy Lúcidi, Presente!
Martinho Lutero Galati, Presente!
Anderson Dias, Presente!
Maria da Inglaterra, Presente!
Aldir Blanc, Presente!

*Cabaré, letra de Aldir Blanc para música de João Bosco.

 

Conheça outros colunistas e suas opiniões!

Gabriel RG

A cruzada do fundamentalismo capitalista contra a ciência

Ana Claudino

Seu silêncio não vai proteger você

Amara Moira

Manifestações em tempos de pandemia

Marielle Ramires

Democracia com luta, ou não haverá

Colunista NINJA

Vivemos também uma pandemia de horror

Carina Vitral

Combater o fascismo é uma emergência

SOM.VC

CALL CENTER - Encontros Webnaries Performance and Música

Randolfe Rodrigues

Liberdade de imprensa é valor inalienável da sociedade civil

Dríade Aguiar

O que deveríamos estar fazendo no "Blackout Tuesday"

Fred Maia

Quando a montanha pariu um monstro

André Barros

Viva Marielle! Fora Bolsonaro!

Movimento dos Pequenos Agricultores

Se não plantar agora, a fome virá em seguida

Tulio Ribeiro

Vingança! Viva o Rei Messias!

Luiz Henrique Eloy

Terras indígenas na pauta do Supremo: Teoria do indigenato versus marco temporal

Talles Lopes

É pior do que parece…