“Eu estudei a vida inteira em escolas públicas, e hoje eu sou formada em direito, sou advogada e sou mestra em direito econômico pelo Mackenzie também, graças a uma bolsa da Capes”.

Tamires Sampaio foi a primeira mulher negra a presidir o centro acadêmico da Faculdade de Direito do Mackenzie, foi vice-presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE) e é militante da CONEN. Por meio de políticas públicas, teve acesso à Universidade e moradia digna, e entende a importância destas políticas na vida da população negra e pobre do Brasil. Quer ocupar a política para poder transformar a vida de mais pessoas. Em São Paulo, apenas 2 mulheres negras foram vereadoras, e Tamires busca mudar isso, acredita ser fundamental eleger mulheres, negras e megros, LGBTs e indígenas, juventude e classe trabalhadora e periferia para que as pautas sejam representadas, e as lutas sejam reverberadas com resultados práticos nas leis da cidade

“Eu não aguento mais ouvir que a periferia precisa vir pro centro da cidade. Na verdade, a periferia precisa ser considerada a cidade, mesmo porque a vida de São Paulo, a produção cultural, a criatividade, a energia da nossa cidade, ela está nos bairros da periferia”. 

A candidata sabe que a juventude precisa expressar sua cultura sem ser criminalizada como acontece atualmente, em uma São Paulo que violenta, que segrega, criminaliza e exclui a juventude, negras e negros, mulheres, LGBTs, classe trabalhadora e povos indígenas. 

 

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Tamires apresenta uma campanha antirracista e de bem-viver para SP, e entende a saúde, por exemplo, como algo bem mais amplo que somente hospitais, mas moradia digna, saneamento básico, água encanada, alimentação saudável, estimulando a criação de hortas comunitárias. Defende também a educação, porque entende que é um instrumento de transformação social,  de garantir oportunidades, especialmente para juventudes negras da periferia, e para isso foca na valorização de professores, da educação pública e garantir que sejam implementadas as leis que torna obrigatório o ensino da história afro-brasileira e indígenas nas escolas.

A soma de suas propostas visa construir uma cidade antirracista e com bem-viver, uma cidade de São Paulo para todas, todos e todes.

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