O veganismo popular e a causa animal são temas conectados ao meio ambiente, à saúde coletiva, ao bem estar social, ao nosso cotidiano. KazVeg, candidata a vereadora em São Paulo sabe bem disso e faz da política não discurso, mas meio de vida. Ativista fundadora da Nação Vegana Brasil, tem uma visão que vem da periferia, fugindo do elitismo. A mudança dos hábitos que começa na alimentação e na consciência antiespecista é um ato humanitário, de respeito e sobretudo de liberdade. E é preciso ocupar a política institucional e espaços de poder para se posicionar e difundir estas sabedorias.

“Se nós não nos posicionarmos, seremos cada vez mais violentados e violentadas. A política é essencial pra nossa sobrevivência. É luta pura, porque sem a política partidária a gente não consegue interceder na nossa realidade.”

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por KAZVEG 40.022 (@kazveg) em

O momento é dos piores para o meio ambiente em terras brasileiras. Com ataques ambientais ocorrendo e afetando a vida de comunidades em seus territórios e Estados vizinhos, indígenas lutando por existência e sobrevivência nas cidades e áreas verdes nas metrópoles sendo sufocadas pelo asfalto e o concreto, o ativismo ambiental se torna urgente, item essencial.

“A partir do momento em que a minha voz e a voz de muitas pessoas que defendem o meio ambiente e os animais, as pessoas que sofrem opressões. As nossas vozes passaram a ser omitidas, negligenciadas, abafadas, aí que a gente vê a necessidade de ir muito além do que a gente já fazia como ativismo de rua.”

É hora de ocupar espaços públicos de poder, de decisão, espaços legislativos e executivos. Com engajamento, intervenção e ação sobre o foco dos problemas que repercutem na vida das pessoa. Transformando a realidade que até então representa opressão, numa realidade que garanta a dignidade, respeito e qualidade de vida.

“Essa é a urgência que a gente precisa trazer às pessoas, pra que elas se engajem, se envolvam e participem da construção de políticas públicas em benefício delas. Da coletividade, da sua comunidade e da cidade de São Paulo como um todo. Em conexão, essa transformação deve ser em conexão. Pessoas de todas as regiões com diferentes bandeiras, interseccionando as lutas e garantindo que cada voz seja ouvida e seja ecoada.”

Acesse Vereadores Que Queremos e conheça candidatas incríveis em todo o Brasil.

Conheça outros colunistas e suas opiniões!

Marielle Ramires

O Brasil com S é maior que Bolsonaro

William Filho

Maconha no Brasil: o que esperar de 2021?

Djeff Amadeus

Cabe desobediência civil para impedir o Enem no Domingo

Camarada Gringo

Com a invasão do Capitólio, o imperialismo chega em casa

Gabriel RG

Assange está mais longe da extradição, mas o jornalismo segue perto do fim

Tatiana Barros

Artista faz streaming na Twitch TV para ensinar tudo que aprendeu gratuitamente usando várias tecnologias, principalmente a impressora 3D

Márcio Santilli

A ciência e o capital contra a pandemia

Dríade Aguiar

Uma sentença, uma celebração e uma promessa

Márcio Santilli

A resistência dura e vitoriosa dos Ashaninka do Rio Amônia

Cleidiana Ramos

Precisamos desarmar nossas bombas de ódio

Bernardo Gonzales

Fotos 3x4, transexualidade e as violências cisheteronormativas

Jorgetânia Ferreira

Manifesto das mães contra a volta às aulas presenciais em Uberlândia

Bancada Feminista do PSOL

Por que o MBL tem medo dos mandatos coletivos?