“A minha matriz motivadora da vida é pensar que eu não quero perder as utopias que eu tinha quando eu era criança e continuar agindo como ativista, sujeito político, professor, favelado, que deseja o mundo que eu desenhava quando era criança.” – Jota Marques é jovem, professor, trabalhador, morador da Cidade de Deus e Conselheiro Tutelar de Jacarepaguá licenciado e é candidato a vereador no Rio de Janeiro.

Dedicou boa parte da sua caminhada a sonhar alternativas para que a vida das populações à margem, na cidade grande, fosse possível, com menos desigualdades e sofrimentos. Diante disso desenvolveu uma série de atividades nas ruas, dialogando diretamente com a população em maior vulnerabilidade. Fundou uma Escola de Educação Popular, Comunicação Comunitária e Política chamada MARGINAL, que já formou cerca de 300 crianças e adolescentes das favelas. Jota passou a  ser reconhecido por entidades civis e públicas e a sua luta ganhou forma numa candidatura a vereador.

“A gente consegue fazer essa cidade ser melhor pra todo mundo, quando a gente aceita e respeita, que diversidade não é adversidade, que pluralidade é fundamental para a construção de um bem viver coletivo.”


O candidato entende que é importante ocupar os espaços de poder para garantir a ampliação de direitos e o avanço de conquistas para a classe trabalhadora, prezando pela horizontalidade e pela ampla participação popular: “A ocupação da institucionalidade ela presta um serviço de construir mecanismos de participação popular”, diz o candidato para sublinhar a importância da aproximação das pessoas, principalmente das pessoas que estão nas periferias, dos rumos da cidade. A favela mostra, cada vez mais, que é cultura,  economia, solidariedade e também é resistência, e precisa ser representada nos espaços políticos institucionais.

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