“A militância faz parte da minha vida desde que nasci. Eu sou filha de militante, de mãe educadora, de mãe professora, de mãe que lutava sempre pelo direito à educação, por salário melhor. Então eu cresci nesse espaço, tive essa vivência e quando jovem eu já estava no movimento social.”

Alyne Mayra é arqueóloga formada pela UNIR, feminista interseccional e ao lado de Wilson Guilherme que é artista e ativista e da Professora Vera Lúcia que é educadora popular de Geografia em Rondônia, compõe a primeira chapa coletiva de seu território. Todos co-candidates acreditam que construir um projeto coletivo é parte de uma trajetória que se consolida nas ruas, nos movimentos populares, no movimento estudantil e que ganha força quando ocupa os verdadeiros espaços de poder e decisão do município. O mandato coletivo acredita que é possível fazer política de uma nova maneira, se preocupando com os direitos das mulheres, dos LGBTQIAP+, dos trabalhadores e trabalhadoras, para garantir representatividade e resistência na Câmara de Vereadores.

“Onde estão esses vereadores quando, durante anos, crianças não tiveram acesso a uma educação de qualidade por simplesmente não ter transporte público para chegar à escola, onde estão esses vereadores quando a passagem do buzão só aumenta e a qualidade nada, onde está essa galera que deveria fiscalizar, mas não fiscaliza.” – Wilson Guilherme

A partir de eixos temáticos ligados a educação, cultura, meio ambiente, saúde, direitos das mulheres, da população LGBTQIAP+ e dos negros e negras, o mandato coletivo reflete a importância de fazer uma fiscalização efetiva e independe dos recursos que estão sendo utilizados pelo poder público local. Fazendo com que exista uma fiscalização efetiva e implementando o debate sobre pautas importantes na Câmara Municipal de Porto Velho, é possível acreditar em um futuro com mais oportunidades e com mais respeito.

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