Foto: Lula Marques

O STF não mudou nada. O STF não impôs o ensino religioso às escolas.

Ensino religioso nas escolas é constitucional, porém, facultativo; além do que, é celebrado em acordos internacionais entre o Brasil e o Estado do Vaticano.

O que houve foi uma proposta para que o ensino religioso fosse substituído por uma espécie de história Geral das religiões, e o STF manteve o que está na constituição.

O STF está certo, não é possível chamar de ensino religioso uma mera história Geral das religiões. O STF também está certo: ensino religioso tem de ser oficiado com competência, isto é, por sacerdotes das diversas religiões, que se capacitarem por meio de concurso público.

Estado laico não é Estado ateu. O que o Estado tem de garantir é a isonomia entre as religiões. E, possivelmente, isto terá de obedecer um critério censitário.

Conheça outros colunistas e suas opiniões!

Jorgetânia Ferreira

São Paulo merece Erundina

Bancada Feminista do PSOL

Do #EleNão ao Boulos e Erundina sim!

Fabio Py

Dez motivos para não votar no Crivella: às urnas de luvas!

Dríade Aguiar

Se matarem meu pai no mercado

transpoetas

Mês da Consciência Transnegra

Márcio Santilli

Bolsonaro-Frankenstein: cara de pau, coração de pedra e cabeça-de-bagre

Cleidiana Ramos

O furacão de tristezas que chegou neste 20 de novembro insiste em ficar

Tatiana Barros

Como nasce um hub de inovação que empodera pessoas negras

História Oral

Quando tudo for privatizado, o povo será privado de tudo e o Amapá é prova disso

Fabio Py

Derrotar Crivella para destronar o falso messias

Colunista NINJA

LGBTI+ de direita: precisamos de representatividade acrítica?

Juan Manuel P. Domínguez

São Paulo poderia ser uma Stalingrado eleitoral

Colunista NINJA

A histórica eleição de uma bancada negra em Porto Alegre

Bancada Feminista do PSOL

Três motivos para votar na Bancada Feminista do PSOL

Carina Vitral da Bancada Feminista

Trump derrotado nos Estados Unidos, agora é derrotar o bolsonarismo na eleição de domingo no Brasil