Sindicalista, Margarida foi assassinada em 1983 por defender os direitos dos trabalhadores do campo

Foto: Mídia NINJA

O Senado aprovou na terça-feira (15) a inscrição do nome de Margarida Alves no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. Proposta pela deputada Maria do Rosário (PT-RS), na Câmara, e com relatoria de Paulo Paim (PT-RS), no Senado, a inclusão do nome da sindicalista e trabalhadora rural assassinada por defender os direitos dos trabalhadores do campo segue para sanção.

Margarida Margarida Alves, paraibana, nasceu em agosto de 1933 e morreu em agosto de 1983, logo após completar 50 anos. A trabalhadora, que dá nome à histórica Marcha das Margaridas, foi assassinada por latifundiários na porta de casa, em Alagoa Grande (PB), por lutar por direitos básicos dos trabalhadores rurais.

A Marcha das Margaridas chega a sétima edição em 2023 e pauta a retomada da democracia e a luta pelo bem viver das trabalhadoras rurais.