Enquanto o Sindicato dos Profissionais do Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) demanda um reajuste salarial de 39%, o governo respondeu com uma proposta de apenas 2,16%

Foto: Sinpeem

Na manhã desta quarta-feira (13), os professores da Rede Municipal de Ensino de São Paulo, amparados pelo apoio dos servidores municipais, deram início a uma greve em busca de um aumento salarial e melhores condições de trabalho.

O estopim para a paralisação foi a insatisfação dos profissionais da educação em relação à proposta de reajuste apresentada pelo governo municipal, comandado por Ricardo Nunes (MDB).

Enquanto o Sindicato dos Profissionais do Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) demanda um reajuste salarial de 39%, o governo respondeu com uma proposta de apenas 2,16%.

“O governo respondeu com um índice de reajuste de 2,16%, que a categoria não aceitou. Apresentamos, além das questões econômicas, melhoria das condições de trabalho e funcionamento das escolas municipais. Temos muitas ocorrências de violência e adoecimento dos professores”, afirmou Cláudio Fonseca, presidente do Sinpeem.