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Por Colombia Informa, especial para Mídia NINJA

 

Com o resultado de 39,14% de votos para Iván Duque (Centro Democrático) e de 25,09% votos para Gustavo Petro (Colombia Humana), se desenha o segundo turno das eleições na Colômbia. Os outros candidatos receberam as seguinte quantidade de votos: Sergio Fajardo com 23,74 %; Germán Vargas Lleras com 7,27 %; Humberto de laCalle com 2,06 %; Jorge Antonio Trujillo com 0,39 %. Votos em branco somaram 1,24 %.  E a candidata Viviane Morales, que se retirou da corrida eleitoral dias atrás recebeu um total de 0,21% de votos.

O segundo turno será no dia 17 de junho, e nele se enfrentaram os projetos nacionais de extrema-direita e progressismo.

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Essas são as primeiras eleições presidenciais sem confronto armado, como consequência do desarmamento das antigas Forças Armadas Revolucionarias de Colômbia – FARC e o cessar fogo unilateral decretado pelo Exército de Libertação Nacional, e apenas 53,33% dos eleitores votaram.

Mesmo com a redução da abstenção, obtendo uma votação de 19.503.704 pessoas entre as 36.7893.940 com título de eleitor, os projetos de países apresentados ainda não convencem as maiorias.

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Porém, é notável que a disputa para chegar ao segundo turno foi dura entre os candidatos Gustavo Petro e Sergio Fajardo, o que desmente os prognósticos de que somente a direita e extrema direita tem possibilidade presidencial na Colômbia.

Embora tenham sido reportadas diferentes fraudes através das redes cidadãs que a Colombia Informa possibilitou, o Registro Nacional informou que foram umas eleições muito tranquilas.

Também é importante ressaltar o trágico  assassinato de um dos líderes da Colômbia Humana, na noite de sábado. O líder campesino Muñoz atuaria como testemunha eleitoral daquela coalizão neste dia.

A candidata a vice-presidente, Ángela María Robledo disse na televisão nacional que receberam a notícia do segundo turno “com grande alegria e serenidade. Nós fizemos campanha na democracia. Celebramos a segunda oportunidade e pedimos a união “. E avisou que vão anunciar as alianças para esta eleição.

Aparentemente, na Colômbia, em 17 de junho, a construção de um país entre o bem e o mal será contestada.