

Frente de cinema e audiovisual da Mídia NINJA, reúne uma comunidade de realizadores, distribuidores, produtores e comunicadores que buscam se conectar e construir uma outra cena audiovisual no Brasil e no mundo.



2ª Etapa: Circuito de Formação Cine NINJA
Depois do sucesso da primeira etapa do Circuito de Formação do Cine NINJA, agora lançamos nossa nova programação de atividades com temas ligados à prática dos realizadores, diretores, videomakers e amantes da 7ª arte.
Saiba mais sobre planejamento e produção de conteúdo audiovisual para redes sociais, práticas de distribuição de filmes, conheça experiências de produção de baixíssimo custo e entenda a metodologia negra para distribuição de obras audiovisuais.
Durante todo o mês de maio, todas as semanas você terá uma convidada especial oferecendo uma aula gratuita para nossa comunidade. Saiba mais e inscreva-se!

Websérie a baixíssimo custo e com bons resultados! Um estudo de caso
Neste bate-papo, Deyse trará para os convidados uma visão diferenciada sobre produção cinematográfica independente. Analisando o case da série “O Outro Lado da Pandemia”, será possível perceber que uma boa ideia e baixo orçamento podem trazer resultados satisfatórios e alcançar um grande público.

Deyse Reis
É graduada em Jornalismo pela Faculdade Social da Bahia e em Cinema pelo Latin America Film Institute. No audiovisual, participou de curtas, comerciais, longas e séries de TV, trabalhando em projetos para a Discovery Kids, Amazon Prime, Disney Plus e HBO. Foi curadora do V e VI Rota Festival (2021/2022), selecionando projetos para o laboratório de séries e recebeu indicações de Melhor Diretora, Melhor Série e Melhor Fotografia no Brazil International Monthly Independent Film Festival com a série “O Outro Lado da Pandemia”, saindo vencedora na categoria de Melhor Roteiro (2020). Em 2020, Deyse fundou a Mulier Filmes (Mulier, do latim, significa “Mulher”), uma produtora audiovisual que tem como um dos seus pilares priorizar o trabalho e a visão feminina nas suas obras. Todos os projetos da Mulier Filmes foram selecionados em festivais internacionais, em diferentes categorias, como Melhor Curta, Melhor Série, Melhor Direção, Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Roteiro.
Distribuição de filmes para festivais e outras janelas
Uma aula sobre cadeia de comercialização de filmes para compreender todos os atores e etapas da distribuição, análise de cases de sucesso e estratégias para apresentar e promover seu projeto no mercado audiovisual. Dos festivais as janelas de tv, digital.

Priscila Miranda
Nasceu no Rio de Janeiro em 1980 no bairro da Penha, zona norte do Rio de Janeiro. Estudou Filosofia na UFRJ e Língua Francesa na Universidade Blaise Pascal de Clermont Ferrand, apaixonada por cinema fundou a empresa Tucuman Distribuidora de Filmes em 2011 e a Fênix Distribuidora de Filmes em 2016. Como produtora, produziu de mostras de filmes a curtas no início da carreira e hoje é produtora dos longas, “Ivan o terrível” de Mario Abbade, prêmio de melhor documentário em SITGES e prêmio do júri no Festival de Cinema de Brasília e “A arte da memória” de Rodrigo Areias.
A internet como caminho: Planejamento e produção de conteúdo audiovisual para redes sociais
Refletir sobre a potencialidade da internet como forma de divulgação, interação com o público e democratização do acesso ao cinema (e audiovisual em geral) brasileiro. Como criar em plataformas de conteúdo que ainda não foram inventadas. Tipos de conteúdo, como medir a relevância, formatos, objetivos, sistematizando a criatividade. Para além do algoritmo: fugindo do binarismo capitalista das redes. Como construir coletivamente caminhos e possibilidades do audiovisual na internet.

Emy Lobo é diretora, fotógrafa, jornalista e mestranda em Crítica Feminista e Estudos de Gênero na UFSC. Trabalha há mais de 10 anos com conteúdos audiovisuais para a internet. Desde 2013 atua como ativista audiovisual em coletivos pela democracia, cultura e cinema feito por mulheres. Criou e coordena o curso de Produção de Conteúdo para Redes Sociais da Academia Internacional de Cinema (AIC) Rio e São Paulo. Trabalhou com entregas digitais no Big Brother Brasil 23, Rock in Rio 2022, e ministrou cursos no Festival de Cinema de Brasília, Festival de Cinema de Vitória e ONG ACIS, no Piauí. Em 2016 filmou e dirigiu o curta Nem Tão Amigos Assim, em Cuba. Faz parte do Coletivo de Mulheres e Pessoas Transgênero do Departamento de Fotografia do Cinema Brasileiro (DAFB), colabora com a Mídia Ninja, e atua principalmente nos temas: cinema, feminismo, LGBTQIA+, internet, América Latina e documentário. Atualmente se dedica a pensar futuros possíveis a partir do Sul Global Cuir.
Metodologia Negra para distribuição de obras audiovisuais
O audiovisual é uma linguagem apropriada para estimular engajamento e promover mudanças concretas no mundo. A proposta da oficina é pensar uma metodologia negra, para além de uma distribuição de impacto, pensando o cinema como ferramenta de transformação social e construção de novas audiências.

Camila de Moraes é Jornalista e cineasta. Assina a direção nos documentários, “A escrita do seu corpo”(curta-metragem / 2016), “O Caso do Homem Errado” (longa-metragem / 2017) e “Mãe Solo”(curta-metragem / 2021). CEO na Produtora e Distribuidora “Borboletas Filmes & Pombagens. É gaúcha e reside em Salvador há 13 anos