Movimentos sociais definem estratégia de luta contra reforma da previdência
Um grande processo de lutas se intensificará nos próximos dias. Reforma pode ser votada logo após o Carnaval.
Em ato realizado nesta terça-feira (6) na Câmara dos Deputados, movimentos sociais e parlamentares da oposição indicaram um grande processo de lutas contra a Reforma da Previdência, que pode ser votada logo após o Carnaval.
“A mentira que eles usam no debate da reforma é para reduzir a sua desaprovação. Aquela palhaçada no Ratinho não foi à toa”, afirmou Jandira Feghali (PCdoB/RJ), ilustrando como a base do governo Temer está agindo diante a iminência da data prevista para a votação.
Em reunião decidiram sobre as mobilizações até o dia 19 de fevereiro, data em que está programada a campanha “Dia Nacional de Lutas, Ocupações e Paralisações Contra a Reforma da Previdência”.
Estiveram presentes parlamentares do PT, PSOL, PCdoB e PSB, entre outros partidos, Guilherme Boulos, da frente Povo Sem Medo, Alexandre Conceição, do MST/Frente Brasil Popular, e representantes da CUT, CTB, Intersindical, UNE e diversos movimentos sociais.
No âmbito institucional, a bancada da oposição na Câmara definiu por obstrução de todas as pautas a partir de agora com o objetivo de barrar as votações.