“Eu quero que as pessoas olhem para a Verônica Lima e digam: Eu quero votar numa mulher preta, potente e eficiente.” – A primeira vereadora negra eleita em Niterói iniciou sua militância no movimento estudantil, foi Subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional, foi também secretária de Assistência Social e Direitos Humanos e está candidata à vereadora novamente para continuar lutando por uma cidade mais igualitária e participativa.

Enquanto Parlamentar sempre se preocupou em desenvolver um dialogo direto e horizontal com o povo, criou o Dia da Visibilidade Lésbica, o Estatuto Municipal de Igualdade Racial que garante cota mínima de 20% para negros nos concursos públicos municipais e legislativos. É autora do Estatuto da Pessoa Gestante, autora da lei de diretrizes para acolhimento a mulheres vitimas de violência e criou a lei que reserva 3% das vagas de trabalho em obras e serviços públicos municipais para pessoas em situação de rua.

 

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“Como vamos falar em combater a violência doméstica, sem uma mulher na Câmara de Vereadores, como que a gente vai lutar por escola em período integral, creches para as mulheres poderem ir trabalhar, se a gente não tem mulheres nesse espaço de poder. Então compreendendo que a pauta das mulheres é muito importante para o desenvolvimento da sociedade, eu resolvi me colocar.”

O compromisso de Verônica Lima com os direitos humanos, com as pessoas em condições vulneráveis, com o diálogo e com os trabalhadores é evidenciado na sua trajetória política de vida. Sem pestanejar, atuando de maneira enfática e compreendendo a importância de desenvolver um Mandato que seja de fato efetivo, para além dos aspectos simbólicos que são importantes. A conjuntura política atual deixa explícita a necessidade de candidaturas combativas e a cidade de Niterói vai continuar avançando em conquistas para o povo com a reeleição deste Verônica.

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