.

Mudanças radicais foram realizadas pelo governo no Conselho Superior de Cinema. Produtores e cineastas brasileiros foram excluídos da nova composição do órgão, responsável por formular políticas públicas para o setor audiovisual. Representantes de gigantes das telecomunicações e de conglomerados internacionais, como a Netflix e os estúdios de Hollywood ocuparam os lugares.

Dos 10 conselheiros, apenas 3 foram reconduzidos. Todos os 5 que se manifestaram pelas cotas do produto nacional no mercado de VOD foram afastados. Basta olhar a nova composição para vislumbrar o massacre a que o cinema e a produção independentes serão submetidos.

Não era Brasil acima de tudo? No mercado audiovisual, é Hollywood first!

Conheça outros colunistas e suas opiniões!

Roger Cipó

Carta a Raull Santiago

Renata Souza

A festa é nossa, o corpo é meu!

Boaventura de Sousa Santos

O desenvelhecimento do mundo

Preta Rara

Ministro Paulo Guedes, fui empregada doméstica e preciso te dizer uma coisa

Roger Cipó

A racialização do homem branco que se faz de régua e regra

Daniel Zen

Jaguncismo de novo tipo como método de intimidação política

Jonas Maria

Trans nos esportes: o projeto, a incoerência e a transfobia

André Barros

Politizar é carnavalizar

Ana Claudino

Feminismo, Big Brother, bolhas e classes sociais

Ana Júlia

Continuaremos a apoiar meninas e mulheres na ciência?

Victoria Henrique

Trabalhadores do RJ que vendem água mineral na rua para você, sequer têm água mineral em casa para beber

Jorgetânia Ferreira

Somos todas domésticas?

Tatiana Barros

Madá, o ciberespaço e a história da internet

Daniel Zen

Um Posto Ypiranga sem combustível

Randolfe Rodrigues

A demagogia governamental contra o Bolsa Família