opinião

É Jesus quem está falhando então?

É tão nítido o desempenho humano para apontar o outro que não segue suas ideologias particulares, afim de colocá-lo à margem como a escória que, no seu ver e entender limitado, não segue os desígnios divinos.

O que há em comum entre a Lava-jato e as milícias digitais de Bolsonaro

O Brasil vive hoje as drásticas consequências do resultado de eleições vencidas à base de duas ordens de trapaças: 1) judiciais; e 2) digitais. A série de reportagens intitulada “As mensagens secretas da Lava-jato” (ou, simplesmente, #VazaJato) tem se encarregado de revelar o primeiro conjunto de trambiques.

Bolsonaro, o presidente de um Brasil colônia na ONU

Bolsonaro enxerga os indígenas com ótica próxima aos antigos colonizadores – que só tinham o Brasil como terra de extração de riquezas minerais para a Metrópole: os índios eram “silvícolas” a espera de trabalho e integração com a “civilização”.

Os 340 [que não são] de Esparta

Nessa semana, após ter 8 vetos de sua autoria derrubados na Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac), com votos de todos os membros de sua bancada de situação presentes à sessão, o governador Gladson Cameli (Progressistas) promoveu uma exoneração em massa. De uma vez só destituiu 340 ocupantes do governo.

O interessante Papa Francisco

O papa Francisco tem mostrado que nunca um papa foi tão combatido abertamente nos últimos tempos como ele tem sido por setores conservadores da Igreja, principalmente por sua postura política

Fascista ou maconheiro

Um fascista pode até fumar maconha, mas jamais será um maconheiro, pois este tem orgulho de ser chamado assim, já que a luta pela legalização da maconha faz parte da luta contra o racismo no Brasil.

Um (quase) final de ano de tantos retrocessos

Há pouco mais de um mês, nasceu o Programa dos Estudantes NINJA, uma rede que integra estudantes de todo o Brasil, criada para possibilitar que estes alunos pudessem narrar, através de diferentes linguagens, o dia a dia nas instituições de ensino.

A verdade é dura

Em 2013, um dos lemas mais fortes da multidão que tomou o Brasil foi: “A verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura”. O grito ecoou tão forte que, depois de décadas, o grupo Globo foi obrigado a fazer uma autocrítica para não seguir desmoralizado em praça pública.

O Brasil está em chamas e a rua te chama

“O Brasil pega fogo” costumava ser apenas uma metáfora para retratar disputas políticas. Hoje, tem um sentido literal que reflete mais do que o descaso com o meio ambiente, o descompromisso total com o país, compromisso substituído por interesses sórdidos que têm no governo Bolsonaro sua máxima expressão.

Bolsonaro libera matar, corromper e queimar florestas!

Sempre que perguntam se lutamos pela “liberação”, respondo que não, pois liberado já está, por isso, defendemos a legalização e a regulamentação da maconha! Da mesma forma, está mais liberado matar, pois o Brasil já é o país onde mais se morre por arma de fogo e ainda tem a polícia que mais mata no mundo.

Não se combate o tráfico na favela

A única medida inteligente e eficaz para reduzir imediatamente toda essa matança racista é a legalização da venda da maconha nas favelas e a regulamentação de todo o mercado da maconha.

Estamos ou não à beira do fim do mundo?

Muitas são as fotos pelas redes sociais com comentários assustados diante do escurecer do dia. E muitos destes comentários são de pessoas falando de “sinal dos tempos” e “fim do mundo”.

Araquém Alcântara: ‘A Ferro e Fogo’

Novo colunista da Mídia NINJA, Araquém soma mais de 50 anos dedicado à documentação da natureza brasileira. Em sua estreia, narra o ponto-limite da floresta e convoca uma nova forma de encarar a Amazônia.

Imersões ao Acre Profundo – Episódio VI: Xapuri

Nossa sexta “Imersão ao Acre Profundo” aconteceu entre os dias 15 e 17 de agosto de 2019. Saímos de Rio Branco em direção ao município de Xapuri, na região do Vale do Alto-Acre, nas comunidades rurais dos antigos seringais do município, hoje abrangidas pela Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes.

Por que não vivemos?

Uma leitura breve do espetáculo “Por Que Não Vivemos?”, da Companhia Brasileira de Teatro, adaptada da peça de Tchekhov, e que encerra temporada esse final de semana no Rio de Janeiro.

Jandira Feghali: Fora, Dallagnol!

Em 2016, quando o procurador lavajatista Deltan Dallagnol fez aparecer na tela uma espetaculosa, porém patética, apresentação de PowerPoint para jornalistas de todo o Brasil, já sabíamos que morava ali um comportamento estranho à seriedade e responsabilidade de uma investigação.

Sob o governo dos homens-falo

A violência oriunda do falocentrismo no Brasil é uma das maiores no mundo. Da piada preconceituosa aos feminicídios e aos crimes contra a população LGBTQ+, o Brasil coleciona perversidades que foram legitimadas com a eleição de Bolsonaro. Para compreender essa fixação convidamos o psicanalista Christian Dunker para responder as perguntas a seguir.