Foto: Gabriela Pires

Julho de 2022 marcou os 30 anos do primeiro encontro de mulheres negras latino-americanas e caribenhas que em Porto Rico, estabeleceram o dia 25 como seu dia e com isso, pautar caminhos e futuros para as mulheres negras.

O 25 de julho já passou, mas o que ele representa é todo dia! É uma luta que não se resume a um dia e não termina quando o mês acaba.

Durante o Festival Latinidades, que aconteceu em Brasília no mês de julho conversamos com Sueli Carneiro, filósofa, escritora e ativista antirracismo do movimento social negro brasileiro, que nos falou um pouco sobre o que o Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha representa.

“Nós temos essa data das mulheres negras tomando conta, cada vez mais, do julho, que já não é mais o 25, é o julho das pretas, e que certamente, vai se apropriar do junho e do agosto”.

Confira: