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Mudanças radicais foram realizadas pelo governo no Conselho Superior de Cinema. Produtores e cineastas brasileiros foram excluídos da nova composição do órgão, responsável por formular políticas públicas para o setor audiovisual. Representantes de gigantes das telecomunicações e de conglomerados internacionais, como a Netflix e os estúdios de Hollywood ocuparam os lugares.

Dos 10 conselheiros, apenas 3 foram reconduzidos. Todos os 5 que se manifestaram pelas cotas do produto nacional no mercado de VOD foram afastados. Basta olhar a nova composição para vislumbrar o massacre a que o cinema e a produção independentes serão submetidos.

Não era Brasil acima de tudo? No mercado audiovisual, é Hollywood first!

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