Surgimos em meio a multidão.
Num momento decisivo em que a história
do país se pôs diante de nós.
Fomos os olhos, a voz e o coração de
milhares de pessoas.
Transmitindo de dentro os acontecimentos,
nos envolvemos e fomos parte do processo
de transmutação política de nossa geração.

Somos uma rede de comunicação livre que busca novas formas de produção e distribuição de informação a partir das novas tecnologias e de uma lógica colaborativa de trabalho. Entendemos a comunicação democrática como um direito humano e defendemos o interesse público, a diversidade cultural e o direito à informação, visibilizando pautas de comunicação, causas identitárias, cultura, meio ambiente, juventude e outras que dialogam com os desafios do século XXI.

A Mídia NINJA foi fundada em 2013 e ganhou notoriedade durante as manifestações de junho que reuniram milhões nas ruas do Brasil. À ocasião realizou coberturas ao vivo de dentro dos protestos, com múltiplos pontos de vista invisíveis na mídia tradicional. Em 2016 foi uma das principais iniciativas de resistência na luta pelo fortalecimento da democracia em meio a instabilidade política. Hoje a rede engaja mais de 2 milhões de apoiadores e cerca de 500 pessoas diretamente envolvidas com o suporte de casas coletivas pelo Brasil. Em 2013, ganhou o Shorty Awards for our Social Media Profile.

Rede internacional

 

A Mídia NINJA possui um amplo diálogo com midiativistas e grupos de mídias cidadãs em todo o mundo. Buscamos construir frentes internacionais e intercambiar experiências com ativistas, coletivos e redes de comunicação, além de impulsionar redes regionais, como o Facción – Red Latinoamericana de Midiativismo, com mais de 200 ativistas de comunicação em 21 países. Entre em contato e saiba mais sobre a nossa rede internacional!

O que já falaram sobre nós?

 

 

“Um grupo, chamado N.I.N.J.A., siglas em português de Jornalismo Independente e Narrativas de Ação, circula pelas ruas com smartphones, câmeras e um gerador mantido em um carrinho de supermercado – um estúdio de produção improvisado e itinerante” (New York Times, 20/6/2013).

 

” Eles estão interessados em apresentar uma narrativa alternativa aos principais meios de comunicação, informando ao vivo da linha de frente” (The Guardian, 27/04/2014).

 

“Este video de um homem sendo preso por um policial depois da manifestação obteve dezenas de milhares depois de ser publicado no site de uma rede de mídia independente chamada Mídia NINJA” (Washigton Post, 05/09/2016).

 

“Protestos no Brasil impulsionam mudança na paisagem de mídia” (The Wall Street Journal, 26/06/2013).

 

“O protesto em bronze quente no Brasil se assemelha à mídia estabelecida, que parece estar no bolso do governo. Sites de notícias alternativos como Ninja crescem rapidamente” (Bélgica, DE STANDAARD, 23/07/2013).

 

“Mídia Ninja é um coletivo de jornalistas cidadãos que começou seu início em 2013, durante a primeira onda de protestos (..) (Al Jazeera, 04/05/2016).

 

“Jornalismo sob olhar do Mídia NINJA: Após sucesso na cobertura das manifestações, grupo quer ampliar transmissão de conteúdos independentes” (Valor econômico, 06/08/2013).

 

“Nas manifestações que tomaram as ruas de várias capitais, ganhou maior visibilidade e chegou a picos de audiência de 120 mil espectadores. O que significa uma marca de 1,2 dos ibopes oficiais – e não é pouco, pois muitos programas da TV aberta não o atingem” (Observatório da Imprensa, 25/06/2013)