Foto: Tiago Macambira

Se a senadora liberal diz que o governo está caindo de podre, e que, portanto, não tem como efetuar nenhuma reforma;

Se o mais delatado, incriminado, e citado como corrupto, entre servidores públicos, não só é liberado para voltar a seu cargo no Senado, como ganha no sorteio um aliado para analisar no supremo as denúncias que pesam contra ele, quem vai acreditar em qualquer possibilidade de justiça?

Se para alguns ministros do Judiciário a aplicação da lei não precisa levar em conta nenhum critério ético ou moral, nem mesmo o critério social, o que tal medida poderá provocar no ânimo da população e na sua crença no sistema judiciário?

Se o sujeito é pego por ter levado uma mala de dinheiro, como delatado pelo “doador”, e, mais, como comprovação, devolve parte do valor que ele havia tomado para si; mas, mesmo assim, é solto, apesar de ser peça incriminatória do mais influente dos acusados de corrupção…

É, não está fácil analisar o que se passa no país!

Isso me lembra uma fala de Jesus, que parafraseio: “Se o que deveria levar a luz para você está repleto de trevas, quão densas são as suas trevas!“

 

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