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opinião

Quem tem medo do Funk?

Negar o Funk é negar as diásporas africanas, nossas raízes e ancestralidade cultural, é não entender a escravidão no nosso país, nem a resistência ao sistema covarde e opressor que vivemos.

As mães valentes das ocupações

Política, com P maiúsculo, é o que fazem essas grandes mulheres, na organização das ocupações, todos os dias, e não o que fazem esses homens minúsculos, escondidos atrás de seus gabinetes, na calada da noite.

A desmaterialização da literatura

No sistema literário de hoje a tríade autor-editor-leitor vem se modificando nas periferias do mercado tradicional e criando um próprio, a partir de uma economia da abundância, digital e colaborativa.

Uma Gorda dessas, bicho!

Anita se apresentou com dançarinas gordas e o assunto gerou polêmica nas redes. Peço então para que celebremos essas mulheres que são plenas, lindas e talentosas dando o adjetivo correto – gordas.

Diretas Já, uma novidade em São Paulo

Cem mil pessoas, convocadas por movimentos culturais e artísticos, fizeram uma manifestação incomum. O que ela ensina, sobre uma nova cultura política de esquerda? Assista a análise do colunista Antonio Martins, do Outras Palavras

Na Cracolândia tem seres humanos!

Na Cracolândia tem seres humanos! Na Cracolândia tem seres humanos! Na Cracolândia tem seres humanos! Na Cracolândia tem seres humanos! Na Cracolândia tem seres humanos! Na Cracolândia tem seres humanos!

A democracia não veste toga

O atual presidencialismo brasileiro – um presidencialismo sem presidente – tem criado um cenário de rearranjo do sistema político através de uma cúpula tupiniquim.

Um pouco além das Diretas Já!

Caminhemos para Eleições Gerais. Não é razoável que um Congresso, que não sirva para eleger o Presidente da República indiretamente, continue a governar com o eleito diretamente para um mandato tampão.

Frente ampla por Diretas, já!

Já pensou se somássemos o dia 24, em Brasília, com o dia 28, no Rio de Janeiro, em uma forma diferente de fazer atos políticos? Vocês conseguem imaginar o rebuliço que ia dar no Brasil?

Mãe Beata, presente!

Cumpriu uma imensa missão e deixa um enorme legado de ancestralidade, resistência e fé. Hoje é dia de festa no Orum para recebê-la!

Movida Literária ocupa sete bares de Brasília

28 escritores e 14 mediadores em uma programação intensa: é a Movida Literária, evento que ajuda a mudar a idéia de que a capital federal é lugar apenas de política, burocracia e corrupção.

Todo lugar precisa disso, de boemia, de encontros, trocas simbólicas e criativas para se oxigenar e se humanizar.

Ecos da Cracolândia

Eu vi então empreendermos uma guerra contra nosso próprio povo, gerida e negociada por quem produziu e distribuiu o que pretende “combater”.

Por que estamos na rua por Diretas Já?

Marcelo Freixo explica o motivo pelo qual a população brasileira tem se manifestado contra o governo ilegítimo de Michel Temer. Assista o terceiro vídeo de Marcelo Freixo​ como colunista da Mídia NINJA.

A juventude vai se impor!

Quando a juventude entende o processo político que estamos vivendo e vai pra rua disputar seus direitos, ela está se construindo na cidadania e fazendo parte do processo democrático.

O que fui fazer em Curitiba

Estive em Curitiba por mim, pelos 14 milhões de desempregados, por uma sociedade democrática e inclusiva e para que o fascismo não crie raízes em nossa sociedade.

Mexeu com uma, mexeu com todas?

Depois de tudo, lemos agora, estupefatas, a notícia de que duas novelas da Rede Globo povoarão o imaginário das brasileiras e brasileiros com histórias de falsas denúncias de assédio.

O pior palavrão do mundo

Se a maternidade compulsória é o destino quase que natural de toda a mulher, algo a ser questionado e combatido, para a mulher que vive de cobrar por sexo, o peso da maternidade é outro.

Maconha: o delírio que vai viabilizar o século XXI

Pela fim das caretices fundamentalistas e pela liberação das energias utópicas! https://www.youtube.com/watch?v=fdhAaQw2dOA&feature=youtu.be Está no ar o terceiro episódio dos Delírios Utópicos de Claudio Prado com a cobertura especial da Marcha da Maconha 2017 e mais...

Todo dia, um Samir novo

Samir Ahmad está em situação de rua, tem 40 anos e vive com a sua esposa há 8 anos na calçada, teve seu punho quebrado após ser agredido numa ação da Guarda Civil Metropolitana.