opinião

Um (quase) final de ano de tantos retrocessos

Há pouco mais de um mês, nasceu o Programa dos Estudantes NINJA, uma rede que integra estudantes de todo o Brasil, criada para possibilitar que estes alunos pudessem narrar, através de diferentes linguagens, o dia a dia nas instituições de ensino.

A verdade é dura

Em 2013, um dos lemas mais fortes da multidão que tomou o Brasil foi: “A verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura”. O grito ecoou tão forte que, depois de décadas, o grupo Globo foi obrigado a fazer uma autocrítica para não seguir desmoralizado em praça pública.

O Brasil está em chamas e a rua te chama

“O Brasil pega fogo” costumava ser apenas uma metáfora para retratar disputas políticas. Hoje, tem um sentido literal que reflete mais do que o descaso com o meio ambiente, o descompromisso total com o país, compromisso substituído por interesses sórdidos que têm no governo Bolsonaro sua máxima expressão.

Bolsonaro libera matar, corromper e queimar florestas!

Sempre que perguntam se lutamos pela “liberação”, respondo que não, pois liberado já está, por isso, defendemos a legalização e a regulamentação da maconha! Da mesma forma, está mais liberado matar, pois o Brasil já é o país onde mais se morre por arma de fogo e ainda tem a polícia que mais mata no mundo.

Não se combate o tráfico na favela

A única medida inteligente e eficaz para reduzir imediatamente toda essa matança racista é a legalização da venda da maconha nas favelas e a regulamentação de todo o mercado da maconha.

Estamos ou não à beira do fim do mundo?

Muitas são as fotos pelas redes sociais com comentários assustados diante do escurecer do dia. E muitos destes comentários são de pessoas falando de “sinal dos tempos” e “fim do mundo”.

Araquém Alcântara: ‘A Ferro e Fogo’

Novo colunista da Mídia NINJA, Araquém soma mais de 50 anos dedicado à documentação da natureza brasileira. Em sua estreia, narra o ponto-limite da floresta e convoca uma nova forma de encarar a Amazônia.

Imersões ao Acre Profundo – Episódio VI: Xapuri

Nossa sexta “Imersão ao Acre Profundo” aconteceu entre os dias 15 e 17 de agosto de 2019. Saímos de Rio Branco em direção ao município de Xapuri, na região do Vale do Alto-Acre, nas comunidades rurais dos antigos seringais do município, hoje abrangidas pela Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes.

Por que não vivemos?

Uma leitura breve do espetáculo “Por Que Não Vivemos?”, da Companhia Brasileira de Teatro, adaptada da peça de Tchekhov, e que encerra temporada esse final de semana no Rio de Janeiro.

Jandira Feghali: Fora, Dallagnol!

Em 2016, quando o procurador lavajatista Deltan Dallagnol fez aparecer na tela uma espetaculosa, porém patética, apresentação de PowerPoint para jornalistas de todo o Brasil, já sabíamos que morava ali um comportamento estranho à seriedade e responsabilidade de uma investigação.

Sob o governo dos homens-falo

A violência oriunda do falocentrismo no Brasil é uma das maiores no mundo. Da piada preconceituosa aos feminicídios e aos crimes contra a população LGBTQ+, o Brasil coleciona perversidades que foram legitimadas com a eleição de Bolsonaro. Para compreender essa fixação convidamos o psicanalista Christian Dunker para responder as perguntas a seguir.

General defende legalização da maconha medicinal?

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA – apresentou duas propostas para consulta pública, somente para empresas: numa, poderão plantar maconha, com uma série de exigências de segurança e, na outra, vão vender medicamentos de maconha sob forte sistema de farmacovigilância.

Bolsonaro é pior que Creonte

Antígona, tragédia grega de Sófocles do século V a.C, permanece atual. Imaginávamos que o retrocesso chegaria até a ditadura militar de 1964 ou períodos anteriores, mas as últimas ofensas de Bolsonaro ao presidente da OAB alcançaram a Grécia antiga.

Com licença, quero gozar

Não é de ontem que o orgasmo é algo desconhecido para muitas pessoas, principalmente para as mulheres, agora triplique o desconhecido por inexistente para uma parcela enorme de mulheres com deficiência.

A senzala moderna é o quartinho da empregada

É CHEGADA A HORA DO NOSSO LEVANTE! Levante de 6 milhões de TRABALHADORAS DOMÉSTICAS no Brasil e desse número 78,8 são de mulheres pretas que além de limpar servem a branquitude elitista de cabeça baixa, voz engasgada não reclamando pois o fantasma de perder o emprego assombra todos os dias.