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por Vilmar Dorneles Aprato Neto, Julho 2018

1 Motivação

“A doutrina materialista de que os seres humanos são produtos das circunstâncias e da educação, [de que] seres humanos transformados são, portanto, produtos de outras circunstâncias e de uma educação diferente, esquece que as circunstâncias são transformadas precisamente pelos seres humanos e que o educador tem ele próprio de ser educado. Ela acaba, por isso, necessariamente, por separar a sociedade em duas partes, uma das quais fica elevada acima da sociedade[…] A coincidência do mudar das circunstâncias e da atividade humana só pode ser tomada e racionalmente entendida como prática transformadora.” [Marx e Engels 1845, p. 3]

Atualmente, observa-se nos cursos de informática uma baixíssima taxa de formação de profissionais. Isso é resultado de diferentes problemas, tanto internos, como o relacionamento entre os institutos e seus docentes em suas atividades curriculares, quanto externos, como a saúde mental dos estudantes, perfil econômico, defasagem de conhecimentos oriunda do ensino médio, entre outros exemplos.

Alguns destes aspectos já foram abordados anteriormente, como no estudo realizado por Francisco Scheffel, com auxílio do Professor Dante Barone [Rodrigues e Barone 2013]. Entretanto, é necessário uma exposição maior do que um artigo científico.

É inadmissível que sejam selecionados por ano, num concurso vestibular para o curso de Ciência da Computação, 100 pessoas, das quais cerca de 40 em questão de tempo irão evadir.

Tais dados não chegam a englobar a Engenharia de Computação, onde tal porcentagem pode ser igual, senão maior.

Mas por que inadmissível? Pois são cerca de 40 indivíduos que, ao evadirem do curso, acarretarão no consequente desperdício de recursos públicos investidos pela universidade. São indivíduos que precisam abandonar o curso por conta de dificuldades encontradas no decorrer deste que não são intrínsecas a ele, mas que foram inseridas por um ambiente que não se desenvolveu de forma saudável, como deveria. E tais dificuldades não acabam ao termino dos primeiros semestres do curso, elas acabam sendo cada vez maiores e mais difíceis.

Como estudante de Ciência da Computação, tive diversas dificuldades em prosseguir durante o curso.

Seja pela pressão exercida pela excessiva carga horária extracurricular, com trabalhos que, para mim, demoraram mais do que o explicitado na matrícula, seja pela depressão que adquiri durante o ingresso no curso. Isso sem mesmo contar a perda de um ente querido o qual, tenho certeza, foi a pessoa que mais amei no mundo, a minha mãe.

Porém, essa carta não é apenas sobre mim, é sobre todos meus colegas de informática que trazem relatos de professores inacessíveis, incompreensíveis com suas situações, pelas provas mal-empregadas, pelos trabalhos incondizentes com as disciplinas, ou mesmo pela negligencia das universidades em preservar a saúde mental dos estudantes.

Esta carta aberta é um manifesto contra todo tipo de adversidades que podem ser evitadas, ou minimizadas, caso sejam empregadas medidas que auxiliassem os estudantes a continuarem no curso, e também uma conscientização do que realmente acontece nas universidades públicas e privadas.

Não é apenas sobre como melhorar a vida dos estudantes, é sobre trazer esta informação a todos.

Assim como a frase de Marx e Engels na Teses De Feuerbach, é necessário tanto o estudante ser transformado pela educação quanto o educador se transformar com essa mudança. É necessário existir uma prática transformadora para melhorar o ensino e o apoio aos estudantes de informática e de computação.

2 Os problemas

Podemos classificar os problemas identificados durante a graduação como dois tipos, os externos, que envolvem fatores de origem externa à universidade, mas impactam diretamente no cotidiano do aluno, como a saúde mental do estudante, seu aspecto econômico, bagagem de conhecimento trazida dos ensinos fundamental e médio, etc; e os internos, que envolvem fatores relacionados diretamente com a universidade, como o currículo do curso, relacionamento entre discentes e docentes, organização das disciplinas, etc.

Associada a reduzida preocupação dos institutos com a saúde mental dos estudantes está a identificação do crescente índice de suicídios durante os últimos dez anos, impactando pessoas de 15 a 35 anos [Goncalves, Freitas e Sequeira 2016].

Os problemas encontrados na informática não são exclusivos do curso em si. É uma construção de inúmeros fatores que auxiliam a construir a pequena quantidade de profissionais formados em informática. Nota-se, pelos argumentos de diversos professores, que tentou-se criar uma cultura de busca de excelência, e essa excelência seria o funil formado pelo curso de graduação em computação. Adicionam a isso o argumento de que se forma dentro dos cursos profissionais excelentes, pois existe muita reprovação e desistência durante o curso.

Tal associação se mostra fragilizada, pois a adaptação ao ambiente do curso não necessariamente indica a formação de um profissional excelente. Ao se fazer isso, ignora-se todos os alunos que não se enquadram dentro do padrão extremamente exigente do curso e que são excluídos através de inúmeros fatores.

Eles acabam desistindo, demoram mais tempo para se formar ou sequer recebem o devido suporte durante o curso, situações estas que, se revertidas, permitiriam a formação de outros inúmeros profissionais de excelência.

2.1 Problemas Externos

Como já antes citados, os problemas externos foram caracterizados a partir de problemas que o estudante adquire antes ou durante a faculdade e cuja associação com a faculdade é parcialmente indireta.

Alguns dos problemas já citados são saúde mental, perfil econômico, motivos de desistência do curso.

2.1.1 Saúde Mental

Saúde mental, de acordo com a Organização Mundial de Saúde [OMS 2016], é um estado de bem-estar no qual um indivíduo consegue realizar suas próprias atividades, pode lidar com as tensões normais da vida, pode trabalhar de forma efetiva e tem capacidade de contribuir com a sociedade.

Uma pesquisa informal realizada ano passado por alunos que debatem casos de depressão e ansiedade no Instituto de Informática abordou justamente tais problemas e apresentou seus resultados ao Núcleo de Avaliação da Unidade (NAU).

Dos 163 alunos participantes, cerca de 83% destes responderam que, ao menos uma vez, no decorrer do curso, tiveram algum episódio de depressão ou de ansiedade que, consequentemente, lhes atrapalhou em alguma etapa do curso.

Cerca de 70% já pensaram em desistir do curso por conta disso. Entre os relatos apresentados, tivemos alguns de estudantes que tentaram suicídio por conta da pressão do curso.

Muitas vezes, frases como ”Quem quer se matar, se mata.”, ”Fala isso, porque quer chamar atenção.”, ”Você é muito pra baixo, porque não é mais de bem com a vida?” desmotivam muitas vezes estudantes a buscar ajuda.

A depressão, de acordo com a OMS, atinge cerca de 300 milhões de pessoas no mundo e é a doença que mais cresce atualmente.

Os sinais que uma pessoa depressiva demonstra não devem ser ignorados, pois muitas vezes são o aviso de que sua situação não está bem.

A universidade deve ser um local que promove a formação, saúde e bem-estar de seus estudantes. Existe uma necessidade das instituições de ensino superior criarem ambientes para apoio psicossocial e programas com objetivo de promoção da saúde mental, assim como a prevenção do suicídio. [Goncalves, Duarte e Quesada 2016]

2.1.2 Perfil Econômico

A partir de uma pesquisa no grupo de alunos do Instituto de Informática no Facebook, onde todos os participantes são atuais estudantes dos cursos de Ciência e Engenharia de Computação, além da pós-graduação em informática, foram coletados os seguintes dados econômicos:

Figure 1: Faixa da renda familiar

É possível observar que cerca de 64% dos entrevistados e dos estudantes que responderam tem uma renda familiar menor que R$6.000,00 , o que equivale 6,2 salários mínimos.

Isso se deve muito a política de cotas, que possibilitou o acesso de inúmeros estudantes de baixa renda ao ensino superior. Muitos desses estudantes acabam tendo que encontrar auxílio para se sustentar durante o curso, como bolsas, estágios e empregos.

Como consequência disso, uma grande quantidade destes não conseguem ter um desempenho regular no curso, de modo que sua Taxa de Integralização Média (TIM) é afetada, dificultando ou impedindo a entrada e permanência em bolsas e estágios, por fim, dificultando a própria permanência do curso.

O discurso adotado por inúmeros professores, de que os cursos de informática requerem altíssima dedicação, senão exclusiva, obviamente conflitam com a realidade de que poucos alunos dispõem do patamar de estabilidade financeira que os permitam tal dedicação ao curso.

2.1.3 Defasagem de Conhecimento

De acordo com artigos de estudo de evasão e desistência [Hoed 2017], a cada quatro estudantes de Ciência da Computação, apenas um consegue o diploma no curso.

Na Irlanda, 27% dos estudantes saem ainda no primeiro ano do curso, o que demonstra que isso também é algo preocupante fora do Brasil.

É notável que as cadeiras de matemática e as cadeiras iniciais de programação são algumas das causas de desistência dos cursos ainda na suas fases iniciais, ou mesmos o atraso significante nos cursos por conta de defasagens de conhecimento provenientes ainda do ensino médio que poderiam ser minimizadas através de um maior auxílio dos institutos aos estudantes nas dificuldades iniciais de adaptação.

Não se está dizendo que cabe à faculdade corrigir os problemas trazidos pelos alunos do ensino médio, mas de permitir que a adaptação aos cursos não requeira saltos de conhecimento tão abruptos que punam os alunos, estes que não são culpados das deficiências que trouxeram de escolas de ensino médio que n ̃ao os prepararam como deveriam.

2.2 Problemas Internos

Em relação aos problemas internos, o que abordamos aqui são os problemas relacionados diretamente com a faculdade, através dos institutos. são problemas relacionados com as disciplinas, condutas de professores, ambiente pouco acolhedor ou mesmo opressor.

2.2.1 Problemas de gênero

Ano passado, a pesquisa realizada pelo grupo programada Mulheres da Computação, e apresentada na Semana Acadêmica da Informática, procurou explorar o machismo e a cultura do curso.

Quando se fala cultura do curso, fala-se do aspecto social de estereotipar o computador (e a computação) como algo designado para homens e que acabou por impregnar as pessoas da comunidade da informática – professores, alunos e funcionários – e contribuiu para a criação de um ambiente opressor nos cursos.

O problema do machismo presente na informática impacta diretamente na desistência de mulheres dos cursos de informática.

Inúmeros relatos foram ouvidos das alunas que participaram da pesquisa. O que se identifica é de que existe uma descrença na habilidade das mulheres, por parte tanto de professores quanto de alunos. Como exemplo, algumas das frases colhidas em tal pesquisa: ”Como você não consegue fazer isso? Seu colega (homem) conseguiu tão facilmente?”, ”Se está tão difícil, porque não troca de curso?”. Entre outras tantas frases acaba-se criando uma experiência extremamente desagradável para mulheres continuarem cursando computação e informática.

2.2.2 Problemas em Relação a Professores e Disciplinas do Instituto de Informática

Identificamos classes de problemas relacionadas `as disciplinas e professores, separadas abaixo:

1. Disciplinas com carga horária abusiva de trabalhos extraclasse;
2. Disciplinas com quantidade excessiva de conteúdo;
3. Disciplinas com avaliações pesadas, com média da turma baixa;
4. Disciplinas que requerem elevado conhecimento prévio do aluno;
5. Professores rígidos e/ou dificultadores na matéria;
6. Professores pouco dedicados ou que não seguem o plano de ensino.

Os problemas 1 e 2 são similares, ainda que não apareçam concomitantemente. Trata-se de disciplinas que exigem uma dedicação extraclasse extremamente extensa, seja estudando o conteúdo ou fazendo trabalhos. Tais situações interferem de forma pesada com a exigência do curso de os alunos fazerem muitas cadeiras ou com a própria necessidade destes de trabalhar ou cuidar da própria saúde mental.

O problema 3 corresponde a situações em que, não importando a quantidade de estudos e tempo dedicados à disciplina, a realização das atividades de avaliação ainda se mostram impraticáveis. Isso também ocorre em disciplinas em que o professor apresenta pouquíssimo material didático ou mesmo não apresenta o conteúdo direito aos alunos.

O problema 4 é mais identificado em disciplinas de início de curso ou mesmo em disciplinas de meio ou final de curso, mas cujos pré-requisitos não devidamente cobriram os conhecimentos necessários para que o aluno pudesse desempenhar bem as mesmas.

O problema 5 aborda professores que se aproveitam de sua situação de superioridade em relação ao estudante para impor hábitos pouco saudáveis, como abuso de autoridade, constrangimento, etc.

Também se enquadram aqui professores que impõem critérios extremamente restritivos nas disciplinas e que, frequentemente, não ignoram questões particulares de cada estudante que possam interferir no desempenho do mesmo.

Por fim, o problema 6 aborda professores que esquecem dos compromissos que são assumidos ao lecionar. Bastante comum na graduação da informática é o professor não professor, aquele que leciona a contragosto, apenas para que assim possa se manter na pesquisa.

É o professor que não se preocupa com didática e lê slides no meio da aula.

Ainda a estes, podemos adicionar os professores que, apesar dos compromissos com as aulas, desrespeitam regras de plano de ensino e regimento da universidade, comportamentos estes frequentemente contrários aos que os próprios exigem de seus alunos.

As seguintes cadeiras do Instituto de Informática detém as maiores taxas de reprovação:

A. Algoritmos e Programação
B. Fundamentos de Algoritmos: 50% de reprovação, dados de acordo com semestre 2014/1
C. Teoria de Grafos e Analise Combinatória D. Circuitos Digitais
E. Complexidade de Algoritmos
F. Sistemas Operacionais I – N
G. Otimização Combinatória: 35,31% de reprovação, dados de acordo com o semestre 2018/1
H. Redes de Computadores N

Em tais disciplinas, como esperado, facilmente podemos identificar alguns dos problemas apresentados acima e que, se corrigidos, minimizariam bastante as taxas de reprovação.

Em Algoritmos e Programação identificamos os aspectos 1, 2 e 3. Fundamentos de Algoritmos se enquadra nos itens 2 e 3. Teoria de Grafos tem um aspecto muito forte no item 3, com média de turma beirando a 1.5 na primeira avaliação, o que acaba fazendo que muitos desistam ainda no começo. Circuitos Digitais tem problemas com os itens 3, 5 e 6.

Complexidade de Algoritmos e Otimização Combinatória tem os seguintes itens em comum 2, 3 e 4, sendo disciplinas que exigem muito de lógica matemática, não vista antes no curso da forma que é abordada nessas cadeiras. Sistemas Operacionais I tem os itens 1, 2, 3, 5, o seu trabalho final é extremamente pesado, ocupando mais que de 24h de tempo de cada um dos membros do grupo, em média. Redes de Computadores N, por sua vez apresenta os itens 1, 2, 3.

Alguns aspectos podem ser facilmente melhorados, como por exemplo, auxílio de estudantes e professores na área para trabalhos com muita carga horária (Item 1), cadeiras com muito conteúdo poderiam muito bem ser divididas em duas, ao exemplo de cadeiras de 6 créditos, poderiam muito bem ser realizadas em duas de 4 créditos (Item 2). Já com relação aos Itens 5 e 6 cabem medidas extracurriculares, que façam com que estes professores cumpram as regras e que seu nível de exigência seja de acordo com as diretrizes do curso e da base do aluno, ou fornecendo mais professores em diversas disciplinas em diferentes horários. Já sobre avaliações difíceis, é necessário ser feito uma análise no que se deve ser mudado na avaliação, pois medias extremamente baixas em certas cadeiras não significam que os alunos não saibam o conteúdo, muitas vezes sendo o professor o responsável por tal ”mérito” (Item 3). É necessário também um enfoque matemático mais profundo para abordar cadeiras que exijam conhecimento matemático avançado (Item 4).

3 Requisições

É necessário que a comunidade acadêmica esteja ciente dos diversos problemas encontrados especificamente no Instituto de Informática, sendo possível futuramente abordar também outros institutos que causam problemas nos semestres iniciais dos cursos de Engenharia e Ciência da Computação, como o Instituto de Física e de Matemática, que apresentam cadeiras com altas taxas de reprovação, Calculo I e II, Álgebra Linear, Física 1 e Física 2. Também vale ressaltar que a engenharia sofre de um problema grave na disciplina de Circuitos, com professores que se encaixam em todos itens citados, em exceção do primeiro.

Esta carta tem como primeiro intuito informar tais problemas e demonstrar para todos que o curso de Ciência e Engenharia da Computação deixam de formar diversos profissionais tanto por problemas estruturais quanto por problemas sociais dos estudantes. Além do desempenho dos estudantes não ser extremamente significativo, como baixa taxa de laureados, poucos formandos e alto nível de evasão, tal perspectiva pode ser mudada com o apoio de toda a comunidade.

Com esta carta, procuramos o maior alcance possível, para que todos possam estar cientes do problema, pois este é o primeiro passo para se conseguir soluções. Tanto pais, quanto familiares tem de estar informados que os cursos de informática acabam desgastando, e muito, o emocional de diversos estudantes com casos de depressão e ansiedade extremamente graves, apesar de até o momento não se ter visto um movimento por parte do Instituto de Informática em apoiar e auxiliar seus estudantes.

São vidas perdidas que saem sem oportunidades de prosseguir no mesmo.

Sem opções de horários alternativos para horário noturno, sem muitas alternativas para alunos de baixa renda e com necessidade de trabalhar e fazer duas cadeiras por semestre, atrasando significativamente o curso. O perfil dos formandos não abrange as cotas raciais, o que está sendo observado a partir dos diversos anos desde a política de cotas ser inseridas. Precisamos ser mais humanos e menos técnicos em certos pontos, pois além de profissionais, somos pessoas que merecemos respeito e dignidade. E a faculdade é o local mais propício para esta oportunidade ser realizada.

4 Conclusões

O que se pode afirmar é que existem inúmeros problemas no curso, tanto pela enorme taxa de evasão relatada pelo artigo do professor Dante Barone e de Francisco Scheffel.

Os motivos apontados são os já diversos citados aqui, machismo, não abrangência de diversas classes sociais no curso, a cultura do ”elitismo”, disciplinas com índices altos de reprovação.

Todos esses aspectos indicam que necessitamos melhorar e muito nosso instituto. E essa iniciativa é uma iniciativa de todos nós.

5 P.S.:

A referência de Karl Marx no texto tem apenas o intuito de expressar a divergência no ensino educacional. Vale lembrar que sua influência na história é de suma importância, tendo publicado um manuscrito em matemática, contendo conteúdos como Calculo Diferencial [Marx 1881], além de ter inúmeras obras em diversos assuntos como Economia, com O Capital, Sociologia, com o Manifesto Comunista. Não cabe questionar sua importância ou significância no texto por conta de sua ideologia política.

References

[Goncalves, Duarte e Quesada 2016]GONCALVES, A.; DUARTE, J.; QUE- SADA, C. Ideacion suicida en estudiantes de ensenanza superior influencia del apoyo social. Cuadernos de medicina psicosomática y psiquiatria de enlace, Editorial Medica, v. 120, p. 21–31, 2016. ISSN 1695-4238. Disponível em: <https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=5790902>.

[Goncalves, Freitas e Sequeira 2016]GONCALVES, A.; FREITAS, P.; SE- QUEIRA, C. Comportamentos suicidarios em estudantes do ensino superior: Factores de risco e de proteccao. Millenium, v. 40, p. 149–159, 2016. Disponível em: <https://revistas.rcaap.pt/millenium/article/view/8225>.

[Hoed 2017]HOED, R. Analise da evasão em cursos superiores: o caso da evasão em cursos superiores da área de computação. 2017. Disponível em: <http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/22575/1/2016 RaphaelMagalh%C3%A3esHoed.pdf>.

[Marx 1881]MARX, K. Marx’s mathematical manuscripts. 1881. Disponível em: <https://www.marxists.org/archive/marx/works/1881/mathematical- manuscripts/>.
[Marx e Engels 1845]MARX, K.; ENGELS, F. Teses sobre Feuerbach. Bruxelas: [s.n.], 1845.
[OMS2016]OMS. OPAS/OMS apoia governos no objetivo de fortalecer e promover a saúde mental da população. 2016. Disponível em: <https://www.paho.org/bra/index.php?option=com contentview=articleid=5263:opas- oms-apoia-governos-no-objetivo-de-fortalecer-e-promover-a-saúde-mental-da- populacaoItemid=839>.

[Rodrigues e Barone 2013]RODRIGUES, F. S.; BARONE, D. A. C. Estudo sobre a evasão no curso de ciência da computação da UFRGS. 2013.